10 hits pro carnaval 2k17

E foi como eu sonhava 🎼😍 @puma

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Um carnaval na visão de outsider, um nordestino bem menos norderstino que eu gostaria de ser, infelizmente. Só gostaria de pedir pra que todos nesse carnaval recusem as apropriações péssimas que vem sendo feitas do arrocha de hits já estabelecidos de funk e pior, com o próprio mc no meio virando um mero coadjuvante. sério, pior moda já inventada. Continuar lendo “10 hits pro carnaval 2k17”

2016: 30 grandes filmes

2017-01-09t043905z_1801005258_rc16a85ac490_rtrmadp_3_awards-goldenglobes_0Agora sim 2016 pode acabar, for real. Antes do tão sofrido top, aquelas 10 menções honrosas marotas.

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi, de Michael Bay
A Assassina, de Hou Hsiao-Hsien
A Bruxa, de Robert Eggers
Canibais, de Eli Roth
O Exorcista do Vaticano, de Mark Neveldine
Invasão Zumbi, de Yeon Sang-Ho
Mãe Só Há Uma, de Anna Muylaert
Mogli – O Menino Lobo, de John Favreau
A Verdade Sobre Marlon Brando, de Stevan Riley
Xmen – Apocalypse, de Bryan Synger

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2016: 30 grandes discos gringos

A few more days til my mornings look like this again

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Feliz ano novo a todos. E pra desculpar um pouco a demora, leiam esse texto e tentem ler, ver essa lista com carinho. Como um entusiasta de tudo que é lista & empolgado oficial todo final de ano pra fazê-las, ver a excessiva padronização (mais do que nunca) de quase todas as publicações em 2016 foi muito, muito chato. Isso aqui continua pessoal, então, valorizem como nunca. Continuar lendo “2016: 30 grandes discos gringos”

2016: 30 grandes discos brasileiros

(Autoretrato) Fazer entender, reivindicar e abrir uma nova era. Feliz natal, progresso e muita Luz!

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surpresinha de pós-natal!
E queria deixar também uma menção pra dois EPs de dois grandes rappers. um é o ‘Filhos de um Deus Que Dança‘, do Thiago Elniño, já hoje um dos rappers críticos mais maduros do Brasil agora sob o signo das beats do Nave. e o outro é o ‘7am‘, aperitivo do que vai ser a carreira solo do Sain (sim, o do Start… e sim, o filho do Marcelo D2) na Pirâmide Perdida e a julgar pelo flow cortado das 3 faixas, é bem promissora. Ambos não entram aqui por erem releases de menos de 10 minutos. :/ agora sim, vamos direto ao que interessa.

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2016: melhores faixas

2016 deveria ser um ano importante, definidor pra mim. ano de maturidade. e em vez disso, foi o ano em que eu ~afundei~~ na nostalgia; criei dentro dela, uma realidade paralela, onde sim, tudo que um dia eu critiquei aconteceu: eu tava vendo os melhores momento da minha infância e adolescência e me perguntando porque caralhos eu vim parar numa vida adulta. 2016 foi o ano em que eu passei a maior parte dos meus momentos no spotify ouvindo minha playlist que continha cada música que me marcou nos 5 primeiros anos dos anos 2000, onde as únicas coisas certas na minha vida era a reprise da malhação da vagabanda as 13h e a reprise de laços de família, as 23h30, no VIVA. 2016 também foi o ano em que eu gostei de uma música da meghan trainor, só porque parecia um single da britney à época em que ela namorava o timberlake. que eu assistia todo mês as maratonas do megapix dos 3 primeiros american pie (os que prestam tbh).

mas também foi o ano em que havia a aluna francis cantando aqui no cantinho do meu ouvido que nostalgia é boa sim, mas ela sofre sempre de uma merdinha chamada idealização. e é essa idealização que te faz ver as lembranças assim, todas conjuntas, como uma realidade que você já viveu. a ‘realidade’, na verdade, tá bem além das memórias; que felizmente são um bocado seletivas. pensar nisso escutando ‘i remember’ era uma fuga, mas também uma compreensão daquilo que eu tava — ou tou? — vivendo. e também era o que não me fazia endoidar acreditando que tudo era melhor quando a maior bad da minha vida tiha sido o fim do disk mtv. tanto faz.

2016 também foi o ano em que eu perdi um dos meu heróis. e dois dias depois eu poderia ouvir & ver o lemonade pela primeira vez. foi mais de um mês vivendo basicamente só numa terapia com esses dois (beyoncé & prince) e aprendendo mais sobre o que eles poderiam me ensinar — negritude, sexo, imagem, força, raiva, feminilidade, auto-estima. sim, por mais estranho que parecesse alguns dos melhores momentos que eu vivi esse ano era tentando me isolar de tudo e estando só na companhia deles.

tanto faz de novo. outra coisa que eu critiquei muito e acabou que estou fazendo aqui nesse famigerado fim de 2016 é me importar com gêneros. durante a maior parte da minha vida como nerd de música (nunca acreditei que eu fosse ‘crítico’), as classificações de gênero pareciam progressivamente irrelevantes. nichos e mais nichos se misturando, inflexões de diferentes gêneros etc. mas em 2016 graças ao tempo menor devido a faculdade, eu reduzi o conteúdo musical que eu consumia àquilo que mais me interessava. e no fim, os gêneros fizeram mais sentido que nunca.

so… cá estou eu mudando a estrutura da lista. o top20 continua ali embaixo, bonitinho todo escrito, separado por posições. mas o resto são todos os gêneros que tinham tudo que eu gosto esse ano. duas coisas a se notar: a) funk foi horrível esse ano ;_; não só os hits tão bem qualquer coisa, pra não dizer ofensivos (oi, malandramente), como agora que a rasteirinha deixou de ser um híbrido brasil/haiti pra ser a porta de entrada da anitta na carreira internacional, não tem nada de muito criativo no momento, e como não existe gênero mais instantâneo que o funk no brasil… e b) ‘dance music’ é meu amor mesmo, né? consegui subdivir em house, edm, electronica, jersey club… e c) sertanejo feminino foi a única instituição que funcionou no brasil esse ano, também. então, chega de papo. chora não, coleguinha! Continuar lendo “2016: melhores faixas”