the guest (adam wingard)

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Dias antes de ver the guest, tinha revisto o último soldado universal e dias depois, fui no cinema ver saint laurent. é legal como pra mim, ele tem comparações válidas com os dois filmes (por motivos bem diferentes), mas eu não deixo de pensar que é, em síntese, um filme híbrido, quase não-narrativo e, principalmente, diferente de todas as perspectivas de gênero que o wingard trabalha com. você pode pegar um drama com personagens descartáveis (hyams) e um esteta com fobia de narrativa (bonello) e ainda é uma descrição vaga, pra não dizer diferente ao que o wingard tenta aqui.

Como you’re next já tinha mostrado: ele é um diretor de indústria. que trabalha na perspectiva mais simplistas de condução narrativa e de cinema popular, mas é sempre feliz (ou na maior parte dele) e elegante nessas opções. pense que esse não é um filme muito diferente do que um cinéfilo ou estudante de cinema cheio de impulsos queiram fazer: wingard precisa de meia hora pra se estabelecer, depois disso the guest é basicamente um amontoado de soluções visuais brilhantes. de tobe hooper a john carpenter, mas penso principalmente no filme ‘perdido’ do clouzot, “a prisioneira” — é díficil acreditar que essa não é a referência direta do diretor. não surpreende que pra um filme que em algum momento vise ser chamado de terror, seus momentos mais bem filmados sejam um labirinto de halloween de um colégio qualquer.

^-^

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