1 ano

Pois é, dando uma olhada lá no painel agora eu reparei que esse blog completou 1 ano dia 27. Realmente eu nem lembrava disso, tava vindo de umas duas ou três semanas complicadas já e tal. Mas queria dar um valeu pra todas as visitas e comentários que vieram ao longo desse tempo, e a todo mundo que ainda vai perder muito tempo daqui pra frente vindo aqui. Lembro que quando eu comecei não sabia direito que postura adotar, se levar muito a sério ou fazer disso a coisa mais informal do mundo e hoje chegar aqui de vez em quando pra escrever 5 ou 6 linhas é quase uma necessidade, sei lá, dá pra dizer que se tornou bem relevante pra mim mesmo. Espero continuar por aqui por bastante tempo.

O filme da foto acima é A Noite dos Desesperados, o melhor do Sydney Pollack. É pra broxar qualquer comemoração do mundo, mas também é o melhor sobre o “assunto”, ou ao menos dentre os que eu tô lembrando. E como nem é preciso de muito pra saber o quanto eu gosto de uma lista, vai aí uma especial pra ocasião pros meus 50 filmes preferidos até aqui. Tentei numerar, mas não dá mesmo (quando chegou no décimo eu já tinha desistido, quase todos eu gosto do mesmo tanto). Fica em ordem cronológica então, e sem negócio de limitar o número de filmes por diretor. Ora, são os melhores e pronto.

O Grande Desfile (1925), de King Vidor

Aurora (1927), de F.W. Murnau

A Regra do Jogo (1938), de Jean Renoir

Amar Foi Minha Ruína (1945), de John M. Stahl

Paisá (1946), de Roberto Rossellini

Vontade Indômita (1949), de King Vidor

Crepúsculo dos Deuses (1950), de Billy Wilder

Paixão do Bravo (1952), de Nicholas Ray

Madame de…. (1953), de Max Ophüls

A Morte Num Beijo (1955), de Robert Aldrich

A Palavra (1955), de Carl Th. Dreyer

Homem Sem Rumo (1955), de King Vidor

Tudo o que o Céu Permite (1955), de Douglas Sirk

O Homem Errado (1956), de Alfred Hitchcock

Rastros de Ódio (1956), de John Ford

Renegando o Meu Sangue (1957), de Samuel Fuller

A Marca da Maldade (1958), de Orson Welles

O Homem do Oeste (1958), de Anthonny Mann

Onde Começa o Inferno (1959), de Howard Hawks

Ano Passado em Marienbad (1961), de Alain Resnais

Dois Destinos (1962), de Valerio Zurlini

O Deserto Vermelho (1964), de Michelangelo Antonioni

O Esporte Favorito dos Homens (1964), de Howard Hawks

Goldfinger (1964), de Guy Hamilton

O Demônio das Onze Horas (1965), de Jean-Luc Godard

São Paulo Sociedade Anônima (1965), de Luis Sergio Person

A Grande Testemunha (1966), de Robert Bresson

O Samurai (1967), de Jean-Pierre Melville

Um Caminho Para Dois (1967), de Stanley Donen

Crônica de Anna Magdalena Bach (1968), de Jean-Marie Straub

Era Uma Vez no Oeste (1968), de Sergio Leone

A Prisioneira (1968), de Henri-Georges Clozout

Sem Essa, Aranha! (1970), de Rogério Sganzerla

Corrida Sem Fim (1971), de Monte Hellman

A Primeira Noite de Tranquilidade (1972), de Valerio Zurlini

A Mãe e a Puta (1973), de Jean Eustache

Chinatown (1974), de Roman Polanski

Nós Não Envelheceremos Juntos (1974), de Maurice Pialat

Pat Garrett e Billy the Kid (1974), de Sam Peckimpah

Profissão: Repórter (1975), de Michelangelo Antonioni

A Morte do Bookmaker Chinês (1976), de John Cassavetes

Taxi Driver (1976), de Martin Scorsese

Ciao maschio (1977), de Marco Ferreri

O Fator Humano (1979), de Otto Preminger

Profissão Ladrão (1981), de Michael Mann

O Ano do Dragão (1985), de Michael Cimino

O Meu Caso (1985), de Manoel de Oliveira

O Rei de Nova York (1990), de Abel Ferrara

A Bela Intrigante (1991), de Jacques Rivette

Fogo Contra Fogo (1995), de Michael Mann

9 comentários em “1 ano”

  1. Parabéns cara, tô sempre por aqui e vou continuar com ctza. Teus comentários são bons pra caramba e me amarro nessas listas doidas, já me baseei por aqui pra escolher oque ver HUAHAU
    A minha surpresa nessa lista foi ver logo 3 filmes do Vidor. Nem sabia que tu gostava tanto assim dele, correndo atrás de Vontade Indomita agora mesmo!

    1. pra mim também foi uma surpresa, não que eu já não soubesse que o vidor é foda, mas nem esperava que fosse o único diretor a ter 3 filmes. e vontade indomita eh pirante. acho que se fosse preu escolher só um dele, escolheria esse.

^-^

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